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quarta-feira, 1 de abril de 2015

Jantar no Meia Tigela


Jantar no Meia Tigela nas Caldas da Rainha é uma boa oportunidade para uma refeição diferente. As tábuas servidas são uma tentação para degustar e desenhar.

O Quiosque da Praça


 O Quiosque da Praça fica na Praça da Fruta nas Caldas da Rainha, abriu há pouco tempo e com ideias novas. Promoveu um concurso de desenhos do Quiosque numa tarde bem primaveril. Fiz parte do jurí e enquanto estava à espera que os concorrentes pintassem também fiz uns desenhos para me entreter.


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

os desenhos que fiz por onde a terra termina e começa o mar



 








 

 




 

 

a linha que sai dos nossos desenhos e nos une

 Em Julho organizei um encontro internacional de uma semana a desenhar  por 'onde a terra termina e começa o mar'.
Aqui ficam algumas fotografias para recordar esses belos dias passados em tão boa companhia.
Quero agradecer a todos os que participaram e fizeram crescer a LINHA que através do DESENHO nos une e sai dos nossos cadernos envolvendo-nos numa amizade que temos construído desenho a desenho, caderno a caderno. 
No primeiro dia S. Martinho

 Nazaré
 Ilha da Berlenga

 Caldas da Rainha
 Óbidos
Alcobaça

sábado, 9 de novembro de 2013

Os banhos da Rainha ... desde 1485


 Hoje fui numa visita guiada ao Hospital Termal nas Caldas da Rainha,
Para além da visita fiquei a saber que já em 1485 cada doente (de qualquer condição) tinha direito a uma cama e alimentação cuidada e específica para a sua doença.
Coisas de outros tempos...
Encontrei aqui em casa numa revista de 1982 este final do Auto da Fundação de Silva Tavares representado em 1935 e que dá que pensar.
Aqui fica o final de D. Leonor:

«Se foi Deus que encaminhou
Os meus passos e ordenou
Que o meu mal tivesse fim,
Foi Deus també,m quem dispoz
Que eu aqui vos encontrasse,
Talvez p'ra que me guiasse
O poder da vossa voz
Humilde sincera e rude.
Tal feito é justo que o sagre
Pois, se Deus fez o milagre
De devolver-me a saude,
Foi por vossa intervenção.
A vós, pois, me apraz dizer
Que daqui hei-de fazer
Um lugar de salvação !
Não mais os tristes mesquinhos
Que só no sol têem brazas,
No céu o tecto das casas
E, nas urzes dos caminhos
O leito, sem caridade,
-pagarão alheios êrros,
Banhando-se como pêrros
Num charco, em promiscuidade!
Quero que um grande hospital
Sirva as suas desventuras,
Apressando as suas curas
E dando alivio ao seu mal
Co'as aguas caldas benditas!
Quero uma vila fundar,
Para tudo perpetuar
Como em palavras escritas.
E para a ligar à minha
Cura, por milagre achada.
Tal vila será chamada
A das "Caldas da Rainha"»